
Ás vezes abrimos a porta da nossa vida a pessoas que nem sempre estão á altura, e a culpa é sempre nossa. Ou porque somos inocentes/ingénuos e não vimos maldade nas pessoas e por isso facilmente iludimo-nos.
Serei eu que estou errada ou será que os outros é que são o erro em pessoa?!
Quando olho para trás, não consigo lembrar o que é que me inspirou confiança para abrir a porta do meu coração e permitir que me magoem. Mas no fundo tinha de o fazer. Arriscar para aprender.
Na lembrança ficam os bons momentos que foram bastantes, no esquecimento os maus porque não merecem ser recordados a não ser como aprendizagem.
Tenho de aprender a decidir com a cabeça e não com o coração por completo. Tenho de arranjar o meio-termo. Mas nunca abdicarei de sonhar nem de me entregar a tudo de corpo, alma e coração…tenho é de acrescentar a parte da cabeça.
Serei eu que estou errada ou será que os outros é que são o erro em pessoa?!
Quando olho para trás, não consigo lembrar o que é que me inspirou confiança para abrir a porta do meu coração e permitir que me magoem. Mas no fundo tinha de o fazer. Arriscar para aprender.
Na lembrança ficam os bons momentos que foram bastantes, no esquecimento os maus porque não merecem ser recordados a não ser como aprendizagem.
Tenho de aprender a decidir com a cabeça e não com o coração por completo. Tenho de arranjar o meio-termo. Mas nunca abdicarei de sonhar nem de me entregar a tudo de corpo, alma e coração…tenho é de acrescentar a parte da cabeça.




