28 de agosto de 2011

Mais um domingo...


Mais um domingo,
Acho que estou a começar a ficar amuada cada vez que é domingo, mas desta vez foi diferente, só me dei conta de tal por volta das 19 horas – hora em que preparava as coisas para a viagem de regresso a Lisboa.

Mas mesmo assim, depois de fazer a mala, tive a sorte de presenciar um belo por-do-sol num abraço quente de verão tropical, com o vento a fazer-me carícias no rosto e no cabelo, e a humidade a tocar-me nos lábios.
Um ambiente que me envolveu com a sua sonoridade e paz… quis congelar o tempo e permanecer ali por muito muito tempo…
No fundo o que queria era ter um clone e esse vinha para Lisboa enquanto eu ficava agarrada àquele abraço.

21 de agosto de 2011

Estou de partida....



Acordei a meio da manha depois de uma noite de parodia…


O meu rosto estava pousado numa almofada de carinho e quente. Senti-me tão bem, mimo, interesse, carinho, adrenalina nas veias, aconchego, “caliente”…tantos sentimentos bons que me fazem sentir viva.

Na mente surge a frase: “Porra, hoje é domingo!” – e tenho de acordar para a realidade menos saborosa… mas o sonho foi magnífico e com ele voltei á realidade, desejando voltar adormecer e continuar o saboroso sonho.

16 de agosto de 2011


Já vai algum tempo desde a última vez que parei por estas bandas. Tempo esse que se traduz em anos.

Vim á uns fins-de-semana atrás passar o dia com a minha amiga camarada. Foi uma noite de arromba, de convívio, karaoke e muita energia, paz e diversão.

De tal forma que tive de voltar, mas desta vez foi uns dias e para reflexão. Pensei bastante mas acima de tudo reencontrei grandes amigos, muita praia, animação, sol, convívio, um pouco de loucura, mas principalmente, reencontrei-me!

Desabafei, meti as ideias no lugar, tomei decisões e abasteci o meu coração. Ganhei coragem e decisão tomada!

A vida continua e eu sou a favor de viver a vida e não, de sobreviver na vida.

15 de agosto de 2011

Reencontrei-me!

Acordei e o sol brilhava, a claridade passava pelas portadas da janela, com um sorriso nos lábios memorizava ao pormenor os seus raios…ainda estava a dormitar e quando ao de leve me tocou esboçou um sorriso.





Seria real ou um sonho...ainda pensei beliscar-me mas preferi adormecer.





Como eu desejava aquele calor após um inverno tão frio e chuvoso que tive.





Soube-me bem sentir estas sensações, nestes dias de férias fez-me ver o quanto perdi, reflecti tanto e conclui que este Eu não é o verdadeiro Eu e que tenho de voltar a ser a mulher que era pois essa é que é a verdadeira e que eu gosto de ser….





Reencontrei-me!



12 Agosto



26 de julho de 2011

Pensei, pensei e ...


Acho que nunca pensei tanto no mesmo assunto como nos últimos dias.

Pensei e cheguei á conclusão de que o amor que sentia já se foi embora, o que me deixa satisfeita pelo facto de deixar de viver mais uns segundos, minutos, horas ou até dias a pensar no sentimento que restava por uma pessoa que, apesar de dividir uma casa comigo já não faz parte da minha vida.

Por outro lado, fico triste porque tínhamos tudo para ter uma história linda…

Mas o que é que importa?! O que nos faz ficar triste ou o que nos faz ficar feliz/satisfeita??

Como é óbvio é o que nos faz ficar feliz. Por isso, quando pensar no passado em comum com essa pessoa vou só pensar nas coisas boas e BLOQUEAR as memórias menos boas.

20 de julho de 2011





Tenho de admitir, não foi nada disto que desejei ou planei. Não mesmo, não quero nada disto para mim…

E não vou chegar ao cúmulo de pensar “isto é tudo o que posso/consigo ter”
Não mesmo, porque já tive experiências na vida que foram tão boas ao ponto de saber que mereço mais, que posso/consigo tudo o que me proponho ter e fazer. Apenas quero o bem e ser feliz, sorrir e dar gargalhadas.

Mas quando isto tudo não depende só de nos mesmos, só existe duas hipóteses. Aceitar que não vale a pena pensar em nós, espernear, berrar ou puxar os cabelos. Aceitando que as coisas são como são e esperar melhores dias. OU então, abandonar o barco e ir ao encontro do que nos faz bem e feliz com mais luta ou não mas sem pensar em desistir.

Como é óbvio a segunda hipótese é a correcta e é essa a escolhida. Acho que agora o coração já está a trabalhar em harmonia com a cabeça….agora sim, as coisas vão melhorar e eu vou sair desta história que nem devia ter levado o caminho que levou...

13 de julho de 2011

Ás vezes sinto um aperto no coração, um aperto tão grande que parece que vai saltar…como se alguém o tivesse a apertá-lo e ele quisesse soltar-se…imagino-me daqui a uns anos e a viver o mesmo tipo de vida….os olhos tornam-se lagoas

E com quem vou desabafar???
Até já evito de estar com a mulher mais importante da minha vida que é a minha mãe. Só para que não se aperceba, para não ficar preocupada comigo.
Mas era com ela que eu queria mesmo falar!!!
Desculpa mamy, por me ter afastado e omitido tanta coisa….deasculpa papy por ter fugido do teu colinho que é tão importante para mim…mas eu tenho de resolver isto sozinha e eu tomei a decisão de não envolver ninguem e assim só terão conhecimento do que se passa quando tudo estiver resolvido.
E mesmo assim acho que vou querer apagar com uma borracha e não falar mais nesta história que foi um desastre…

Obrigada as minhas meninas (PN) e á loiraça que me apoiaram e acima de tudo estiveram sempre presentes com um ombro amigo.

11 de julho de 2011

O amor não se procura!


“…O amor não se procura. É ele que nos encontra a nós, invariavelmente quando estamos distraídos ou mesmo quando desistimos dele. Há pessoas que passam por uma vida inteira sem encontrarem a sua lama gémea. E porque o universo tem razoes que não compreendo permitiu que encontrasse a minha para também a perder”

Quando li isto fez-me lembrar um post antigo (a minha cara metade)e não resisti.

Nota: Não retiro uma única virgula, és e sempre serás a minha alma gémea, o meu amigo que posso contar sempre

1 de julho de 2011

A Luz ao fundo do túnel


A luz surgiu-me nesta madrugada, já passava das duas da manha e eu não conseguia adormecer…tinha um tornado de pensamentos a girarem com tanta força ao ponto de começar a doer-me a cabeça.

Estava inrequita, não parava de me mexer na cama, tentei acalmar-me ouvindo música mas nem isso resultou… só pensava nos últimos dias, nas pessoas que eu adoro e do quanto queria um colinho e dizer o que estou a viver, nos momentos e nas memórias que vou sempre guardar comigo, tanto as boas como as más.

Resolvi que não queria estar deitada, levantei-me e deambulei pela casa com um copo de agua geladinha…. Viajei até aos momentos mais bonitos que passei com aquele sapo invertido.

Sim sapo invertido pois apareceu como um príncipe na minha vida e depois tornou-se num Sapo.

Depois lembrei-me de todos os seus defeitos e da sua inércia, passividade perante coisas que deveria resolver de imediato….ganhei uma fúria dentro de mim que me elucidou.

Parecia ter visto a luz ao fundo do túnel, fiquei nervosa e decidi: CHEGA! BASTA! Basta de adiamentos e de luta constante da minha parte! Percebi neste momento que o sentimento que tinha por ele já não existia da mesma forma que há uns meses atrás. Não é uma ilusão, é mesmo a realidade já não gosto dele e tudo porque com o bloqueio dele só conseguiu afastar-me e magoar-me.
Deixei de rir das suas piadas, deixei de querer passear junto ao rio de mão dada, de ir á praia ou ao cinema com ele, deixei de gostar e ansiar pelo seu beijo e toque.

O vento e o tempo levou o sentimento mais bonito que podemos ter por outra pessoa. Acabou mesmo, só me questiono do momento em que o sentimento foi desaparecendo, quando é que iniciei o processo inconscientemente de o apagar com uma borracha da minha vida.

Foi hoje?! Ontem?! Há um mês?! Quando foi?!?!
Não importa, apenas o sentimento foi desaparecendo...



24 de junho de 2011



Ás vezes é so preciso um sopro para levantar uma tempestade…

Já alguém dizia “…é mais ou menos como quando nos deixamos vencer pelo cansaço, em que vamos resistindo, continuamos a resistir até aquele dia em que uma gota é o suficiente para transbordar o copo”.
Acontece até aos melhores

23 de junho de 2011

Esqueci-me de mim...

Há alguns dias atrás lembrei-me daquela noite em que chorei horas e horas a fio. Foi á praticamente um mês. Custou-me muito no dia seguinte acordar mas pior foi sair de casa com os vestígios de uma noite mal passada e chorosa…sim porque estava estampado no meu rosto.
Senti-me mal… Mas nessa noite eu não estava triste por culpa de terceiros, não pela sua ausência ou “bloqueio” – como ele gosta de chamar, nem pelo seu feitio….mas sim por minha culpa, por ter permitido que alguém me fizesse sentir triste, permitido chegar ao ponto de chorar, por ter saído do meu "porto seguro", ter deixado para trás coisas e pessoas que são verdadeiras e que amo de paixão…. Por me ter esquecido de ser EU.

Mas tenho de dizer que esta experiência ensinou-me muito, fez-me ver e acreditar cada vez mais em mim…se já tinha uma boa noção da pessoa que era, então agora é mais do que visível….
Percebi que “corajosa” e “paciente” são os meus nomes do meio.

22 de maio de 2011


Ás vezes abrimos a porta da nossa vida a pessoas que nem sempre estão á altura, e a culpa é sempre nossa. Ou porque somos inocentes/ingénuos e não vimos maldade nas pessoas e por isso facilmente iludimo-nos.

Serei eu que estou errada ou será que os outros é que são o erro em pessoa?!
Quando olho para trás, não consigo lembrar o que é que me inspirou confiança para abrir a porta do meu coração e permitir que me magoem. Mas no fundo tinha de o fazer. Arriscar para aprender.

Na lembrança ficam os bons momentos que foram bastantes, no esquecimento os maus porque não merecem ser recordados a não ser como aprendizagem.

Tenho de aprender a decidir com a cabeça e não com o coração por completo. Tenho de arranjar o meio-termo. Mas nunca abdicarei de sonhar nem de me entregar a tudo de corpo, alma e coração…tenho é de acrescentar a parte da cabeça.

15 de maio de 2011

STOMP


2 de maio de 2011

O que fazer quando gostamos de viver apaixonados pela vida?!


O que fazer quando gostamos de viver apaixonados pela vida?!

Batemos com a cabeça na parede vezes sem conta, mas o principal é saber levantar, sair do poço e recordar os bons momentos e aproveitar tudo que a vida nos proporciona.

O que é nos acontece de menos bom na vida só tem importância para a nossa aprendizagem e auto-conhecimento, nada mais. Nada de lamentações nem de arrependimentos, lágrimas e tristeza.

Obrigada aqueles que me ensinaram a ser mais forte e a superar a maldade e as coisas menos boas, mantendo sempre a minha integridade e bom senso.

14 de abril de 2011

you and me - SOJA


7 de março de 2011

Desilusão


Com franqueza, estar desiludida com alguém provoca-me algum desassossego. É que nem estou chateada, estou mesmo desiludida e desanimada.

A grande questão é: Estou a sentir-me assim por culpa de outro ou por minha culpa?!
Por ter caído na “conversa do ladrão” que tanto me iludiu.

Fiquei mais do que chateada, fiquei magoada, quebrada, desanimada, ofendida e por fim, irritada comigo por ter desculpado ou arranjado justificações cada vez que me atirava areia para os olhos.

Fechei os olhos, tapei os ouvidos e calei-me (o que parece impressionante em mim) a muita coisa. Estava a por á prova a minha sanidade ou não.

Desculpas, mais desculpas para a inércia das pessoas. Quando têm muito, muito dinheiro, uma auto-estima exagerada e um egocentrismo/egoísmo despropositado pensam que os outros vão estar sempre lá, não os deixam, não os confrontam.
Resumindo, são ou pensam que são os nossos donos e desta maneira conseguem sempre magoar, apagar, e acabar com o sentimento puro e bom que é amar alguém.

Que confusão, mais uma vez estou a falar com o coração.

Apenas sei que quando estamos apaixonados nada vimos e acreditamos em tudo. Desafiamos o mar, o vento, a terra e o sol, tudo e todos ate a própria gravidade e o que tínhamos por certo na vida desaparece. Não pensamos nas consequências.

5 de fevereiro de 2011

Ano Novo, Vida Nova


Já lá vai uns bons meses que não venho aqui, que não escrevo nada e nestes meses tanto se passou na minha vida…nova paixão, casa nova, vida nova.
Costuma-se dizer Ano Novo, vida nova.
E é isso mesmo, inaugurei a minha casa nova na passagem de ano e foi nesse momento que comecei uma nova vida.